No concurso nacional ficas colocado no curso mais alto da tua lista onde a nota chegue. A ordem decide tudo — e é a única parte que está inteiramente nas tuas mãos.
Escolhes até seis pares curso + instituição. A ordem não é preferência: é a sequência por que o concurso te tenta colocar.
Entras no primeiro da lista onde a tua média chegue, e os restantes deixam de contar. Por isso pôr o mais difícil em sexto não serve de nada.
Mais do que a hipótese em cada curso, o número que decide é a hipótese de ficares sem colocação nenhuma. É esse que esta página põe à frente.
A tua lista está vazia.
Procura um curso na caixa acima, ou guarda cursos no explorador com a estrela.
As hipóteses são estimadas a partir das notas do último colocado dos anos anteriores (DGES — Concurso Nacional de Acesso), e vêm sempre com intervalo porque o corte do próximo ano ainda não existe: de um ano para o outro mexe, em média, 10,6 pontos. O modelo trata as opções como independentes, o que não é verdade — um ano de médias altas empurra os cortes todos ao mesmo tempo. Serve para comparar ordens, não para prometer lugares.