Dezassete pares de Engenharia e Gestão Industrial não tinham porta nenhuma. É o curso que forma quem faz a fábrica andar — processo, produção, operações — e é diferente de gerir uma empresa a partir de um escritório.
Depois do curso: Inscrição na Ordem dos Engenheiros para actos de engenharia; para a maioria dos empregos de fábrica e de operações não é exigida.
Cursos que lá levammedido
23
em 21 instituições, 10 distritos
Nota mais baixamedido
120,0
Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro… · 2025
Nota mais altamedido
186,5
Universidade do Porto - Faculdade de… · 15 de 23 com nota
Vagas na 1.ª fasemedido
685
somadas nos 23 cursos, em 2025
23 cursos levam aqui
a nota é a do último colocado no concurso nacional · clica para ver a ficha
Estes cursos aparecem em qualquer procura por esta profissão e não levam lá:
Gestão Industrial
é gestão, não engenharia — não dá acesso à Ordem dos Engenheiros
E as tuas hipóteses?
No concurso nacional ficas colocado no curso mais alto da tua lista onde a nota chegue — a ordem decide tudo. Mete a tua média e vê a hipótese de entrares em cada um destes, e de ficares sem colocação.
Carrega num título de coluna para ordenar · Lugares que abrem por cada 100 pessoas que hoje exercem. É o único que compara a Islândia com a Alemanha em pé de igualdade.
País
1Malta
92,2
+43,9%
8 950
9 710
22
2Chéquia
92
+50,3%
176 660
191 930
193
3Chipre
82,6
+38,6%
15 350
18 580
8
4Macedónia do Norte
81,8
+10,4%
22 100
27 030
0
5Luxemburgo
80,6
+34,7%
22 260
27 610
136
6Áustria
79,3
+40,1%
121 330
153 080
302
7Noruega
75,4
+33,1%
74 160
98 330
144
8Turquia
70,7
+42,9%
427 230
603 860
23
9Irlanda
70,5
+35,5%
84 950
120 460
203
10Croácia
69,6
+22,9%
37 270
53 520
98
11Suécia
69,3
+24,7%
125 560
181 200
499
12Países Baixos
65
+28,8%
244 050
375 210
2 570
13Dinamarca
64
+24,2%
68 150
106 440
1 012
14Eslováquia
63,1
+24,3%
35 930
56 960
46
15Islândia
62,7
+23,3%
4 010
6 400
19
16Eslovénia
61,8
+25,3%
32 560
52 650
17
17Polónia
61,2
+22,1%
366 280
598 240
142
18Espanha
58,5
+22,8%
354 540
606 090
5 004
19Suíça
56,7
+14,4%
130 810
230 820
984
20Itália
56,2
+17,7%
382 050
679 530
337
21Letónia
53,7
+17,4%
14 840
27 620
154
22Finlândia
49,7
+15,9%
86 450
173 930
342
23Bélgica
48,6
+11%
111 130
228 570
264
24Estónia
48
+10,4%
10 920
22 760
22
25França
48
+16,2%
620 860
1 293 280
3 329
26Portugal
44,3
+10,3%
80 160
181 000
—
27Hungria
41,2
+10,2%
67 000
162 570
560
28Bulgária
39,7
+11,7%
32 570
82 080
22
29Grécia
39,1
+4%
67 760
173 420
13
30Lituânia
37,6
+7,4%
18 640
49 600
206
31Alemanha
32,7
+2,6%
625 990
1 915 910
2 890
32Roménia
31,5
+0,8%
87 820
278 910
48
32 países · grupo 21 — Especialistas das ciências físicas, matemáticas e engenhariasUnião Europeia (27): +15,4%Portugal: 26.º de 32
De onde vêm estes números
Quem exerce, hoje
INE · Censos de 2021 e 2011 · contagem completa da população, não amostra · quadro na fonte
Homens e mulheres
16 526 mulheres e 40 073 homens, no grupo 214
O que se prevê, até 2035
Cedefop Skills Forecast · licença CC BY 4.0 · cenário central de um modelo, com base no último ano real (2023)
O que os números descrevem
o grupo 214 — Especialistas em engenharia (excepto electrotecnologia) no que é contado, e o grupo 21 — Especialistas das ciências físicas, matemáticas e engenharias no que é previsto. São grupos de ofícios vizinhos: descrevem-nos a eles, não só esta profissão. Nem um nem outro é previsão de emprego para quem acaba o curso.
Os cursos, as notas de corte e os códigos de área vêm da DGES — Concurso Nacional de Acesso. A ligação entre esta profissão e os cursos é curadoria da EdTitan: não existe classificação oficial que a faça, e preferimos dizê-lo a deixar-te achar que é dado oficial.